quarta-feira, 20 de agosto de 2014

PARA A INTERPRETAÇÃO DE TEXTO


SOLIDARIEDADE

            O gesto não precisa ser grandioso nem público, não é necessário pertencer a uma ONG ou fazer uma campanha. Sobretudo, convém não aparecer.
O gesto primeiro devia ser natural, e não decorrer de nenhum lema ou imposição, nem convite nem sugestão vinda de fora.
Assim devíamos ser habitualmente, e não somos, ou geralmente não somos: cuidar do que está do nosso lado. Cuidar não só na doença ou na pobreza, mas no cotidiano, em que tantas vezes falta a delicadeza, a gentileza, a compreensão; esquecidos os pequenos rituais de respeito, de preservação do mistério, e igualmente da superação das barreiras estéreis entre pessoas da mesma casa, da família, das amizades mais próximas.
Dentro de casa, onde tudo deveria começar, onde se deveria fazer todo dia o aprendizado do belo, do generoso, do delicado, do respeitoso, do agradável e do acolhedor, mal passamos, correndo, tangidos pelas obrigações. Tão fácil atualmente desculpar-se com a pressa: o trânsito, o patrão, o banco, a conta, a hora extra... Tudo isso é real, tudo isso acontece e nos enreda e nos paralisa.
Mas, por outro lado, se a gente parasse (mas parar pra pensar pode ser tão ameaçador...) e fizesse um pequeno cálculo, talvez metade ou boa parte desses deveres aparecesse como supérfluo, frívolo, dispensável.
Uma hora a mais em casa não para se trancar no quarto, mas para conviver. Não com obrigação, sermos felizes com hora marcada e prazo pra terminar, mas promover desde sempre a casa como o lugar do encontro, não da passagem; a mesa como lugar do diálogo, não do engolir quieto e apressado; o quarto como o lugar do afeto, não do cansaço.
Pois se ainda não começamos a ser solidários dentro de nós mesmos e dentro de nossa casa ou do nosso círculo de amigos, como querer fazer campanhas, como pretender desfraldar bandeiras, como desejar salvar o mundo - se estamos perdidos no nosso cotidiano?
Como dizer a palavra certa se estamos mudos, como escutar se estamos surdos, como abraçar se estamos congelados?
Para mim, a solidariedade precisa ser antes de tudo o aprendizado da humanidade pessoal.
Depois de sermos gente, podemos - e devemos - sair dos muros e tentar melhorar o mundo. Que anda tão, tão precisado.

Solidariedade de Lya Luft. Retirado do livro didático Novo Diálogo, 9ºano - Editora FTD.
COMPREENSÃO, INTERPRETAÇÃO E LEITURA DE TEXTO
    01. De acordo com a característica do texto, ele pertence ao grupo tipológico. Nesse caso, o texto é uma
(A) narração.      (B) dissertação.       (C) descrição.      (D) exposição. 

    02. Para a autora, o que é solidariedade? A solidariedade precisa ser antes de tudo o aprendizado da humanidade pessoal.

    03. A autora inicia o texto opondo-se a alguns gestos de solidariedade. A quais gestos ela se opõe? Aos gestos grandiosos, públicos, decorrentes de alguma imposição, convite ou sugestão.
    04. Qual é o tema desse texto? Ver o outro como seu próximo.

    05. A ideia defendida pela autora nesse texto é
(A)      como fazer o trajeto da solidariedade. 
(B)     a imposição que ela faz a certos gestos contrário a solidariedade.
(C)    que a casa deve ser o lugar do encontro, do diálogo, do afeto.
(D)    a falta de tempo que as pessoas têm para tudo.

    06. No último parágrafo do texto, com uma linguagem direta e simples, a autora reafirma seu ponto de vista sobre o caminho da solidariedade. Releia-o e responda. Que palavra, no trecho, sintetiza a ideia de solidariedade, de humanidade?  A palavra gente.

    07. Com que finalidade a autora escreveu esse texto? Para mostrar que o mundo só vai melhorar quando as pessoas se humanizarem, ser gente e sair dos muros que o cercam.

    08. Enumere os fatos de acordo com a ordem que aparece no texto.
a)    (6) A solidariedade precisa ser antes de tudo o aprendizado da humanidade pessoal. 
b)    (1) O gesto não precisa ser grandioso nem público, não é necessário pertencer a uma ONG ou fazer uma campanha.
c)    (5) Pois se ainda não começamos a ser solidários dentro de nós mesmos e dentro de nossa casa ou do nosso círculo de amigos, ...
d)    (2) O gesto primeiro devia ser natural, e não decorrer de nenhum lema ou imposição, nem convite nem sugestão vinda de fora.
e)    (4) Mas parar pra pensar pode ser tão ameaçador...
f)     (3) Fazer todo dia o aprendizado do belo, do generoso, do delicado, do respeitoso, do agradável e do acolhedor, mal passamos, correndo, tangidos pelas obrigações.

     09. No texto, são destacadas algumas situações que, mesmo sendo reais, são desculpas para a falta de tempo das pessoas. Considerando que, de acordo com o Dicionário Houaiss, a palavra desculpa significa “pretexto” “arrependimento de quem julga ter ofendido, contrariado ou aborrecido outrem”, agora responda:
a)     Na sua opinião, o que, geralmente, as pessoas usam como desculpa ou pretexto para justificar a falta de tempo: problemas com o trânsito, com o patrão, com o banco, hora extra? Justifique. A critério do aluno.


     10.  Faça um pequeno resumo do texto, retirando a ideia principal de cada parágrafo. Nos dois primeiros parágrafos a autora se opõe a certos gestos praticados pelas pessoas em relação ao ato de ajudar o outro.  Ela se refere também da gente ver o outro como nosso próximo, principalmente aqueles que a gente convive diariamente. Ela afirma que deveria ser dentro de casa o melhor lugar para tudo acontecer. Mas as pessoas temem parar para não encontrar o inesperado. Deveria fazer do lar um lugar de encontro, de felicidade, mas acabam fazendo desse ambiente um espaço fechado e solitário para cada membro. Como vou fazer o bem se não conheço nem mesmo quem convive comigo? Precisa-se quebrar essa barreira pra poder salvar o mundo. Pois só poderemos ajudar o outro quando formos todos semelhantes, sentindo o que o outro sente, vivendo o que o outro vive. Assim, poderemos sermos solidários.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A MULHER DO VIZINHO - COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO




A mulher do vizinho

Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.
          O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
          O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
          — O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: duralex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
           Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
           — Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
           O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
           — Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não e gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
           Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
           — Da ativa, minha senhora?
           E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
           — Da ativa, Motinha! Sai dessa...
Fernando Sabino

                                                   COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO


01.  De acordo com o texto, o que gerou a situação conflituosa do texto?

02.  No primeiro parágrafo do texto, o narrador usa alguns recursos que o eximem da veracidade dos fatos narrados. Observe o trecho inicial do conto:

“Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia.”
                a)    Que pessoa do discurso indica o pronome me em destaque?

               b)   Por que da expressão “contaram-me”, o leitor é capaz de identificar com precisão   a             origem da história? Explique.

               c)    O conto “A mulher do vizinho” é narrada em 1ª ou 3ª pessoa?

           d)    Qual seria a diferença de sentido, se o trecho inicial do conto tivesse sido iniciado desta forma?
Na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general do nosso exército morava (ou mora) também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia.

            e)    Por que podemos afirmar que o uso da 1ª pessoa pelo narrador, no início do conto, é
um recurso para se descomprometer da veracidade dos fatos?

03.  Qual é o assunto tratado nesse texto?

04.  Em que momento da narrativa se dá o clímax da história?

05.  Que tipo de discurso foi usado nesse conto: direto ou indireto?

06.  Com que objetivo foi escrito esse conto?

07.  Algumas expressões presentes no conto não fazem parte do vocabulário cotidiano de grande parte das pessoas; no entanto, analisando o contexto, é possível identificar a ideia que cada uma sugere. Então, escreva o que significam, nesse contexto, as seguintes expressões:
a) Passar uma chamada:                         b) Casa da sogra:
       c) Ir em cana:                                             d) Morou?

08. Faça o resumo do texto, retirando de cada parágrafo sua ideia principal.


RESPOSTAS

01.  Os filhos do sueco jogando futebol com bola de meia, e às vezes a
      bola caía no carro do general.



02. a) 1ª pessoa.
b)       . Porque percebe-se que a história foi contada por outra pessoa.
 c) 3ª pessoa
d) Nesse caso o narrador conhece a história da qual conta.


e) Ao fato dele atribuir na história que contaram para ele, nesse caso ele se descompromete totalmente do assunto contado.

03. O espanto do delegado ao conhecer a mulher do vizinho.

04.  8º e 9º parágrafo. 


05. Indireto.

06.  Para mostrar que se deve conhecer as pessoas antes de falarem alguma a seu respeito ou intimá-la para uma eventual situação

07. a) convocar. b) fazer o que bem quiser. c) preso. d) Sacou, agora?

08. O autor no primeiro parágrafo se descompromete da veracidade dos fatos narrados. E ainda ocorre a situação conflituosa do texto. O sueco e a mulher comparece à delegacia, obedecendo a convocação do delegado. Este repreende o sueco pela má disciplina dos filhos. A mulher do sueco apresenta uma descompostura para com o delegado. Este desalentado ficou sem palavras ao conhecer que aquela mulher era peixe grande.  E deu o caso por encerrado.












terça-feira, 15 de outubro de 2013

SIMULADINHO DE LÍNGUA PORTUGUESA

No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra. 
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
Carlos Drummond de Andrade 
Fonte: Disponível em: http://www.passeiweb.com .
Acesso em 28 jul. 2011.
01. Pela forma de apresentação e disposição das linhas, esse texto é classificado como
     (A) um relato.                                        (C) um soneto.
     (B) um poema.                                      (D) um depoimento.

02. O motivo que justifica a repetição da expressão “no meio do caminho tinha uma pedra” é o fato de o autor
     (A) mostrar sua experiência como trabalhador de pedreira.
     (B) usar uma linguagem informal para se aproximar do povo.
     (C) desconhecer sinônimos para as palavras “pedra” e “caminho”.
     (D) considerar a pedra como frequentes obstáculos a serem superados na  vida.

03. Em “minhas retinas tão fatigadas ” a palavra destacada está empregada no  texto  com sentido de
     (A) irritadas.                                            (C) cansadas.
     (B) delicadas.                                          (D) machucadas.

Leia o texto a seguir para responder as questões 4, 5 e 6. 
Enchente isola cidade e deixa 600 desabrigados no
Vale do Ribeira

DE SANTOS - As chuvas fortes na região do Vale do Ribeira, no interior de São Paulo, desde a
manhã de ontem, elevaram o nível do rio Ribeira de Iguape em quase 12 metros, deixaram quase
600 pessoas desabrigadas na região e isolaram o município de Ribeira. Não houve registro de
mortes. Ontem, os acessos à cidade, tanto pelo Estado de São Paulo quanto pelo Paraná,
estavam interditados, segundo a Defesa Civil municipal. As cerca de cem pessoas atingidas na cidade
foram abrigadas em um ginásio. No município de Itapirapuã Paulista, ocorreram deslizamentos de
encostas. A Defesa Civil local iniciou a retirada de famílias das áreas de risco. 
Fonte: Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0208201120.htm . Acesso em: 02
ago 2011.

04. Considerando os aspectos formais do texto, pode-se classificá-lo como
      (A) uma notícia.  (B) uma carta.  (C) um relato.  (D) um aviso.

05. Em “ Os acessos à cidade (...) estavam interditados ”, a palavra destacada é entendida como
     (A) liberados.   (B) fechados.   (C) alagados.   (D) facilitados.

06. Ao escrever o texto, o autor usa uma linguagem formal para
     (A) adequá-la ao meio de comunicação utilizado.
     (B) reproduzir o próprio jeito de falar.
     (C) provar que é diferente do leitor.
     (D) revelar intimidade com o leitor.

Leia a crônica a seguir para responder as questões 7 e 8. 
ENTRE AMIGOS.

Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, dar carona
pra festa, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não
basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito. (...) Um amigo não racha
apenas a gasolina: racha lembranças, experiências. Racha a culpa, segredos. Um
amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, o ombro, o tempo, o
calor e a jaqueta. (...) Um amigo não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo
dele, e topa conhecer o teu. (...) Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a
mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o
elevador. Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: MEDEIROS, Marta. Entre amigos . Disponível em: Http://sitenotadez.net/cronicas/ . Acesso em 28 jul. 2011. (com cortes)

07. No texto, a expressão “segura o tranco” adquire o significado de
      (A) propor um acordo.                                  (C) dar uma bronca.
      (B) fracassar na vida.                                   (D) servir de apoio.

08. Ao utilizar uma linguagem informal no trecho “Um amigo não segura a barra, apenas.”, a autora demonstra
      (A) intimidade com os leitores.
      (B) ausência de criatividade no uso da língua.
      (C) dificuldade de saber quem são os leitores.
      (D) falta de conhecimento da linguagem usada pelos leitores.

Leia o trecho do poema “Trem de Alagoas”, de Ascenso Ferreira, para responder a
questão 9.
Mergulham mocambos,               Fonte: Cadernos de apoio e aprendizagem: 
nos mangues molhados,              Língua Portuguesa. São Paulo: Fundação Padre
moleques, mulatos,                      Anchieta, 2010. nono ano, v. 1.
vem vê-lo passar.
- Adeus!
- Adeus!
Mangueiras, coqueiros,
cajueiros em flor,
cajueiros com frutos
já bons de chupar...
- Adeus, morena do cabelo cacheado!

No poema, a repetição do M ajuda a
(A) construir a rima.                               (C) treinar o som da letra M.
(B) memorizar o texto.                           (D) valorizar a musicalidade do POEMA.

Leia os dois textos a seguir.
  Texto I
A revolução do internetês 

  Vc jah viu exe tipo de texto? Pois eh, ixo eh o internetes... ou melhor, o
internetês. Essa forma de expressão explodiu principalmente entre adolescentes que
passam horas na frente do computador no Orkut, em chats , blogs e comunicadores
instantâneos em busca de interação - e de forma dinâmica. 
No Brasil, um batalhão de 15 milhões de usuários troca 500 milhões de
mensagens por dia por meio do Messenger (MSN).
Integrados à tecnologia e com acesso fácil a computadores e conexões de
banda larga (62% dos nossos internautas a usam), os jovens buscam respostas
rápidas, proximidade com seus interlocutores e nutrem a expectativa de aproveitar
cada momento de diversão. A ansiedade por contato teria estimulado, assim, o
hábito de escrever mensagens e a busca de novas formas de expressão ligeira e
funcional. No pacote, vieram à simplificação da linguagem e a farta eliminação de
vogais.
Fonte: Disponível em:http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11061 . Adaptado. Acesso em 29 jul. 2011
Texto II

Redação deixa 65% abaixo da média no Enem Maioria das escolas obteve nota de redação menor que a média nacional; “internetês” é um dos vilões 
Dados do Enem 2009 mostram que 65,9% das escolas de Ribeirão Preto tiveram nota de redação abaixo da média nacional. De acordo com especialistas, a falta de leitura, o baixo interesse pelo noticiário e a influência do “internetês” (a linguagem da internet) podem ter contribuído para o desempenho fraco. Sobre a influência da linguagem da internet, o professor de redação Luiz Cláudio Jubilato, afirma que não se pode mais fugir da rede e que o importante é “saber separar as coisas e ter consciência de que se trata de linguagens diferentes”. Já a professora doutora Rosa Maria Manzoni, do Departamento de Educação da Unesp de Bauru, também afirma que os estudantes precisam estar preparados para lidar com variados tipos de texto, que vão da internet à redação. Fonte: Disponível em: http://quemtemmedodeportugues.wordpress.com/2010/08/03/redacao-deixa- 65-abaixo-da-media-no-enem/ Adaptado. Acesso em 29 jul. 2011.

10. O que os dois textos têm em comum é (são)
      (A) o tema “Internetês”.               (C) as expressões usadas pelos internautas.
      (B) a linguagem formal aplicada. (D) o uso das redes sociais.

DESCRITORES TRABALHADOS
01.
02.
03.
04.
05.
06.
07.
08.
09.
10.
D9
D19
D3
D9
D3
D13
D3
D13
D19
D20


GABARITO
01. B; 02. D; 03. C; 04. A; 05. B; 07. D; 08. A; 09. D; 10. A.